quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Quinta feira da XXV Semana do Tempo Comum

Quinta feira, 22 de setembro de 2011

Refleti bem sobre o vosso comportamento (Ag 1, 7)

 Sempre em nossa caminhada necessitamos parar. Parar para um descanso físico, parar em busca de um descanso espiritual, uma retomada de forças.
O homem ultrapassa os outros animais por que age consciente daquilo que faz. Entretanto, ele nem sempre compreende que suas ações estão dentro de um projeto mais amplo e complexo: o projeto de uma existência em ordenação.
O profeta Ageu fala não só em nome de si mesmo e da realidade que o envolve, ele fala “em nome do Pai”. Vivemos rodeados de muitas ações, palavras e pessoas. Estas passam tão depressa em nossas vidas que esquecemos de refletir sobre elas e sobre a nossa relação com elas.
A chamada do profeta no impele a refletir que todas as nossas ações devem ser incluídas em um processo maior. Todos os momentos pelos quais passamos são degraus para o nosso caminhar. Todavia, esses instrumentos podem ser positivos quando confirmam a nossa caminhada no projeto que estamos inseridos, ou nos desvia quando escolhemos outros caminhos, supostamente mais fáceis.
Um questionamento que pode e deve surgir a partir desse questionamento é: quais são os nossos comportamentos? Quais os nossos caminhos?
Entretanto, não basta identificá-los, é preciso qualificá-los. Saber se eles confirmam a nossa caminhada ou nos desviam do que realmente somos. Tal movimento continua retroativo quando também devemos saber: Qual é a nossa caminhada? Só podemos identificar os inúmeros caminhos pelos quais não podemos enveredar se sabemos identificar a via que nos leva ao destino escolhido.
E qual é o objetivo último de nossa existência?
Não podemos buscar nada que esteja fora do nosso alcance, e se fomos criados como homens à “imagem e semelhança” do Pai Criador, devemos buscar a plenitude dessa mesma realidade. Com ela, podemos forjar em nos, essa imagem do Pai, assemelhando-se a Ele em Cristo, e aperfeiçoando a nossa condição, não só de criaturas, mas também de filhos queridos e amados por Deus.
Esse deve ser o ponto central de todo projeto de vida: ser plenamente homem à imagem e semelhança do Pai.

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